sexta-feira, 29 de junho de 2012

Paris ao virar da folha

Amanhã vamos sentir-nos em Paris junto ao Tejo. Apresentação do livro "Sob o Céu de Paris" no Fórum Municipal Romeu Correia - Almada.

Os exploradores em visita à Venda do Pinheiro: livro digital

Acabadinho de sair! Não percam a antologia de textos redigidos por alunos de 5.º ano no âmbito do encontro com a autora do Clube dos Exploradores - Marina Santos. A autora escreveu o prefácio. Parabéns a todos os que participaram e um agradecimento especial à Marina Santos e a todos aos alunos e professores da Escola Básica da Venda do Pinheiro.

Um livro em puzzle

Ontem, na sessão de lançamento do livro de Ivan Vera Gomes - "Chorar a Rir", que contou com a apresentação do escritor Fernando Contumélias, leram-se crónicas, rimos, partilhámos histórias, não chorámos e o resultado final foi a mensagem de um livro carregado de episódios que, como se de um puzzle se tratasse, monta cenários sobre a vida das pessoas. Recheado de sarcasmo, este livro mostra a forma como actualmente se vivem os relacionamentos.





quinta-feira, 28 de junho de 2012

Hoje vamos chorar a rir...



Capas Soberbas...

A dias da publicação do 2.º volume da Triologia Soberba - "Soberba Tentação" de Andreia Ferreira, a Alfarroba, juntamente com o Clube dos Livros, escolheram os vencedores do passatempo - "constrói uma capa soberba".
Os vencedores, que receberão um exemplar do livro "Soberba Escuridão", são:


 Paula Soares


Marieli Inês

Foguetão


A Alfarroba lançou um desafio ao Centro Escolar de Lamego, no seguimento do lançamento do livro "Amor com Amor se paga" - construírem um Foguetão - fosse uma maqueta, um desenhou ou, simplesmente, uma ideia.
Partilhamos alguns trabalhos e o foguetão vencedor:


trabalho da turma - 4.º E



terça-feira, 26 de junho de 2012

Conseguimos fazer com que saíssem da praia

A Alfarroba arriscou e, numa quente tarde de praia, levou o livro "Patrulha Azul" à terra-mãe dos seus autores - Faro.
A autora Eva Barros e o ilustrador Guilherme Gonçalves falaram da sua experiência de editar um livro juvenil ilustrado. O presidente da câmara municipal de Faro - Macário Correia - presenteou a plateia com a sua presença, elogiando a capacidade criativa dos autores. A editora Andreia Varela, em representação da Alfarroba falou sobre o projeto, sobre a temática do livro.
Resultado: uma sessão muito agradável, onde a maioria dos presentes saiu da praia mais cedo para conhecer a "Patrulha Azul", um livro que fala sobre a diferença na igualdade.




S. João, S. João, S. João dá cá um balão para eu brincar...

Não, não foi em Braga.
Não, não foi no Porto.
Foi em Alcochete!
A Alfarroba saiu à rua no dia de S. João e viu as fogueiras, comeu fogaças e farturas, passeou-se pelas ruas e foi levada pela gente que se passeava e acenava à janela.
Para o ano há mais - esperemos que com sardinhas no pão.


Workshop Escrita Criativa - Lisboa

Dia 23 de junho na Biblioteca Municipal de São Lázaro em Lisboa, pelas 10h00, começou mais um workshop de escrita criativa, guiado pelo formador Bruno Barão da Cunha.
Gostámos de ver novas ideias em formato de textos, carregados de criatividade e iniciativa.
Segue-se agora o Montijo. Já no dia 7 de julho.


sexta-feira, 22 de junho de 2012

A autora e atriz Eva Barros apresentou o seu livro - "Patrulha Azul" no SAPO

A autora e atriz Eva Barros apresentou o seu livro - "Patrulha Azul" no SAPO

video

Fim de semana cheio de cor


Este fim de semana, a Alfarroba vai promover dois eventos – apresentação do livro “Patrulha Azul” em Faro e uma sessão de autógrafos do “Clube dos Exploradores” em Ribamar.

Apareçam!




quinta-feira, 21 de junho de 2012

Entrevista ao Filipe Cunha e Costa - Bloco de Devaneios


Entrevista ao Filipe Cunha e Costa - Bloco de Devaneios


Entrevista a Filipe Cunha e Costa, autor da saga Crónicas de Lusomel

Como surgiu a escrita na tua vida? 

De braço dado com a leitura. Tratam-se, efectivamente, de dois gostos com origem no primeiro contacto que tive com as letras, e com os quais cresci e aprendi a olhar como duas actividades inseparáveis e a aperfeiçoá-las com o passar do tempo. 

O que é que te levou a escrever este livro? 

Como qualquer outra história, este livro nasceu de uma ideia que comecei a escalar tentando perceber até onde iria dar esse caminho que tinha pela frente e se tinha condições para o explorar ou se, pelo contrário, estava condenado a abandonar o trilho a meio. Quando escrevo, não o faço com nenhum propósito específico, a não ser talvez pelo prazer pessoal que sinto em passar as minhas ideias para o papel e compilá-las numa história coerente. Vontade de escrever nunca me faltou, e a persistência, lá me fui cruzando com ela pelo caminho.

O que sentiste ao receber a resposta afirmativa de uma das editoras revelação portuguesas?

Senti que ao meu trabalho estava a ser reconhecido valor por alguém “fora de portas”, isto é, fora do habitual núcleo familiar e social para quem qualquer rabisco meu era sempre merecedor dos mais rasgados elogios. Nesse sentido, posso afirmar que constituiu, como é natural, um motivo de grande motivação e satisfação pessoal.

Quais foram as suas referências e inspirações enquanto os escrevias?

Enquanto escrevia, as minhas inspirações passavam inevitavelmente pelas minhas leituras, a referência principal de toda a minha acção literária. Porém, as fontes de inspiração extravasam largamente o domínio da leitura, passando por uma série de outros estímulos e influências com que nos defrontamos interna e externamente, todos eles trazendo sangue novo à história que nos dispomos a contar.

Alguma vez tiveste medo que não funcionasse?

Nenhum processo de escrita é imune a dúvidas e receios. Quando iniciei as primeiras páginas deste livro, não tinha certeza se seria um projecto viável ou apenas mais um condenado a perecer na minha gaveta. Assim, só o facto de ter chegado ao fim, e de ver a minha ideia original materializada num romance já me leva a afirmar que, de facto, “funcionou”. O objectivo fundamental concretizou-se quando o meu livro ficou escrito, e tudo o que vier a receber nesta fase autónoma e posterior da publicação será sempre uma mais-valia face a esse objectivo primário.

Qual é que achas que é o público-alvo dos teus livros?

Desenhar um público preferencial seria prender o livro a uma faixa etária específica ou a um leitor-tipo, exercício que não me atrevo a fazer. Direi apenas que O Templo dos Três Criadores é o primeiro livro da saga Crónicas de Lusomel, que se enquadra dentro do género do fantástico, e cuja acção se desenrola num mundo criado de raiz. Quem sentir o apetite aguçado e estiver interessado em lê-lo é livre de o fazer, o que constituirá para mim, enquanto autor, motivo de grande orgulho. No entanto, cada leitor é um mundo, e o próprio melhor que ninguém pode julgar se o livro se adequa ao seu perfil.

Podemos ficar à espera de outro livro teu?

Tenho no horizonte o segundo livro da minha saga, ainda em fase de construção. A curto prazo, posso adiantar que, se tudo correr bem, ainda este ano terei oportunidade de ver o conto que submeti ao concurso literário Erótica Fantástica da editora Draco ser alvo de publicação no primeiro volume da respectiva Antologia de contos vencedores, o qual deverá estar disponível no último trimestre deste ano. Trata-se de um processo que tenho vindo a acompanhar.

Que importância atribuis à blogosfera literária?

A blogosfera tem um papel que considero fundamental no âmbito da divulgação e crítica literárias. Parece-me evidente que já existe nos dias de hoje uma comunidade muito grande de leitores que se agrega em torno deste e de outros blogues literários, trocando ideias e impressões acerca daquele que é o interesse comum que os une: a leitura. Sem dúvida um espaço privilegiado onde tenho muito orgulho e prazer em dar a conhecer o meu trabalho.

Passatempo "Amor Carnal"


Em parceria com o blogue A Leitura é um Oásis, a Alfarroba selecionou as 3 melhores frases sobre a definição do amor carnal:

1-   O amor carnal, é um vício que não é mais do que uma necessidade, de duas pessoas reinventarem prazeres, pelo toque e penetração um do outro, tornando-se em um só
Vanda Sardinha


2-   Uma montanha de comoções pardas que se trasladam em sentires dúbios, anelares, férteis, impróprios, dementes mas sempre circundantes. 
Francisco Gonçalves


3-   O amor carnal é o amor sôfrego, o amor desesperado por prazer, aliado a um conjunto de instintos fortes, muitas vezes animais, que culmina numa explosão de sensações e sentidos capaz de nos deixar completamente arrebatados. 
Leila Teixeira




O vencedor foi: 
Francisco Gonçalves

quarta-feira, 20 de junho de 2012

São João em Alcochete


Alcochete anda em festa!

O São João chega hoje e, com ele, chegam as sardinhas, a procissão e a fogueira.

O Santo Padroeiro de Alcochete vai ser homenageado entre os dias 20 e 24 de Junho, por ocasião das Festas em honra de São João Baptista, numa tradição que há mais de 500 anos é mantida pelas gentes de Alcochete.




terça-feira, 12 de junho de 2012

Workshop Escrita Criativa - Lisboa



A Alfarroba e a Câmara Municipal de Lisboa/Biblioteca Municipal de São Lázaro irão levar a cabo, no próximo dia 23 de junho, o I workshop de Escrita Criativa em Lisboa.


valor inscrição: 25 €
máximo: 15 alunos
Certificado Final de Participação
Material incluído

Entrevista a João Paulo Santos - autor do livro "Um Tesouro Maior"


[À Lareira Com] - João Paulo Santos

Bom Dia e Bom Domingo.
Hoje está um dia bonito e ensolarado, imaginem esta conversa assim...numa esplanada:) Hoje, com João Paulo Santos.



À Lareira Com...João Paulo Santos, autor do livro "Um tesouro maior".

Fale-nos um pouco sobre si

Nasci na freguesia de Madaíl, concelho de Oliveira de Azeméis, em 1974. Nunca fui um aluno de eleição, até porque não me dedicava aos estudos. Através de dois cursos de formação profissional, um de metalomecânica e outro de informática, tive equivalência ao nível 3. Nunca tive intenções de frequentar o ensino superior e não me arrependo disso. Claro que outras portas poderiam se ter aberto se o tivesse feito mas estou feliz com a vida que tenho. Ganhei o gosto pela leitura na minha juventude e o gosto pela escrita já em adulto. Escrevi o meu primeiro romance em 2001, mas nunca tentei publicá-lo. Por se basear na minha juventude expunha demais a minha pessoa e por isso deixei-o na gaveta. Mais tarde, em 2009, comecei a escrever outro romance, “Ao Encontro da Verdade”, que viria a publicar em 2010. Um ano depois publiquei o romance “Conflito de Sentimentos” e este ano publiquei então “Um Tesouro Maior”.
  
Apresentou recentemente o livro “Um tesouro maior”. Como surgiu a ideia para escrever este livro?

É uma história curiosa. Normalmente, enquanto escrevo um livro, vou idealizando o livro seguinte. E quando acabei de escrever o livro “Conflito de Sentimentos” tinha idealizado um outro livro. Todo ele estava bem patente na minha mente pronto a ser escrito. Na verdade, esse livro é o que estou a escrever no momento. Quando me preparava para iniciar o livro que estou a escrever agora, li algo que me aliciou. Algo que tinha a ver com códigos e cifras e com tesouros perdidos. Então pensei para mim… porque não escrever um romance baseado em algo do género? Pesquisei, de imediato, na internet em busca de algo a que me pudesse agarrar. Não encontrando nada que me avivasse os sentidos decido criar a minha própria história. E assim surgiu “Um Tesouro Maior”.


Tem mais algum projeto, ao nível da escrita, em mãos? Se sim, o que pode desvendar de modo a deixar-nos mais curiosos?

Sim. Como dá para perceber na resposta à pergunta anterior, estou a trabalhar noutro livro. Um livro diferente de todos os outros por estar escrito na primeira pessoa. À exceção do prólogo e epílogo, todo o livro está escrito no discurso direto. É uma obra que além do enredo que ela enverga, contém muitos dos meus pontos de vista sobre a atualidade e não só.


Lançou o seu primeiro livro em 2010. O que nos pode dizer sobre ele?

É um livro que contém muita informação. Ao contrário dos meus outros livros, em que se o enredo falhar o livro está condenado ao insucesso, este livro, “Ao encontro da verdade”, tem uma temática que o suporta. Costumo dizer que gosto dos meus livros todos por igual. Porém, mesmo sabendo que o enredo deste livro não prende o leitor como os outros, acho que é mais livro, precisamente devido à sua temática. Este livro informa e tem como objetivo de fazer com que os leitores reflitam um pouco.

É na escrita que encontra a sua realização pessoal? O que a escrita significa para si?

A escrita ajuda à minha realização pessoal. Mas não é o que me realiza. Na verdade nada palpável me realiza. O que me realiza pessoalmente é estar de bem comigo próprio. É eu deitar-me à noite com a consciência tranquila. Isto é que me realiza. Contudo a escrita é muito importante para mim. É algo na minha vida que está lá quando eu preciso e que não se queixa quando a coloco de parte. É algo de que eu gosto imenso e que não me exige nada em troca. Escrevo por prazer e não por obrigação, e isso explica o que a escrita significa para mim.


O romance é a sua grande paixão. Porquê?

O romance é minha grande paixão porque me permite viver um mudo diferente, com personagens à minha maneira. Um mundo imaginário claro, mas que não deixa de ser vivido. Para se escrever um romance é preciso imaginação e paciência, e eu gosto de usar essas duas vertentes. No fundo, sou um contador de histórias. E há quem diga que uma imagem vale por mil palavras… não deixa de ser verdade e uma vantagem do cinema ou televisão em relação aos livros. Mas um escritor tem a vantagem de agradar a todos em simultâneo. Passo a explicar… Se um realizador de cinema quiser colocar no ecrã uma mulher especialmente bonita, procura uma atriz que especialmente bonita e convida-a a fazer o filme. Mas ela não irá ser especialmente bonita para toda a gente. Os gostos são relativos e valem o que valem. Mas se um escritor descrever uma personagem do seu livro como uma mulher especialmente bonita, todos os leitores vai criar na sua imaginação uma mulher especialmente bonita, com uma beleza ao seu jeito. Esta é a grande vantagem da escrita e dos romances. É darmos a oportunidade ao leitor de criar mentalmente as personagens, as paisagens e até os sentimentos. O escritor pode até conduzir o leitor, mas é este que cria. Por tudo isto, é que sou um apaixonado pelos romances.

Também escreve poesia. O que é a poesia para si?

É verdade que escrevo poesia. Mas acho que não sinto a poesia como outras pessoas que o fazem. Escrevo poemas, e até sou elogiado por alguns deles, mas não me considero um poeta. Acho que a poesia é para quem a sente, para os verdadeiros poetas. A poesia deve ser escrita com sentimento, e eu acho que escrevo com o intelecto. Não me considero um poeta.

Como se sente ao ver um livro seu publicado e ao receber as criticas dos leitores?

Quando publico um livro sinto-me satisfeito e até orgulhoso. É o produto de muito trabalho e vê-lo finalizado é uma sensação ótima. Quanto às críticas que recebo, é sempre bom. Quando são positivas melhor, quando são negativas não deixam de trazer algo de positivo também. Porque, além de sentirmos que o livro foi lido, aprendemos sempre com essas críticas. A crítica é o melhor que um escritor pode receber, seja ela boa ou má.

Quando sonha, como gostava de se ver, como escritor, daqui a 10 anos?

Não sonho muito com isso. Claro que gostava de viver só da escrita. É normal que assim seja, mas reconheço que isso, nos dias de hoje, é praticamente impossível. Só os grandes escritores o conseguem fazer, e ser um grande escritor só está ao alcance de poucos.

Para finalizar, o que pode dizer aos nossos leitores, que são grandes fãs de livros e de leituras?

Que continuem a ler, pois a leitura exercita a mente e aquece a alma. Já agora, porque não, peço para lerem os meus livros. O que mais deseja um escritor senão que os seus livros sejam lidos? Por isso leiam muito e incluem os meus livros na vossa leitura. Espero que gostem.

Obrigada João Paulo Santos

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Na terra das cerejas...

A Alfarroba aterrou na terra das cerejas - Lamego - onde foi muito bem recebida pelos alunos, pais e professores do Centro Escolar de Lamego.

Foram duas sessões para dar a conhecer o livro de Lourdes Luís "Amor com Amor se paga", a primeira dedicada às crianças e alunos do 4.º ano e a segunda ao público em geral.




Regressámos à base satisfeitos com a receção da "nossa" história e também com a barriga cheia de cerejas.








terça-feira, 5 de junho de 2012

Viagem...

Nave espacial a postos e rumamos a Lamego... "Amor Com Amor se paga".



Paris... aqui tão perto

Este domingo em Alhandra decorreu a 2.ª apresentação do livro "Sob o Céu de Paris" de Elisabete Caldeira e Jorge Campião.


É sempre difícil colocar por palavras a escrita e o projeto de realizar em livro uma história.

Mas, "Sob o céu de Paris" não é apenas um livro, é uma viagem, um inebriamento vestido com as cores pardas de Paris e que nos prende ao conforto da união de corpos, à união de vontades, de caminhos de vida. É um beijo prolongado roubado antes de entrar no metro e aquela sensação gostosa de não se conseguir parar às quebras simpáticas dos capítulos.

A Alfarroba sente-se cheia de palavras com um céu destes tons no seu catálogo.

Agradecemos ao Jorge, agradecemos à Elisabete, agradecemos por nos terem dado a oportunidade de fazer parte da arte intrincada dos olhares entre Carlos e Raquel.

Obrigada a todos por escutarem as nossas palavras e comprarem também o bilhete nesta viagem até Paris.

Pela Alfarroba

A editora:

Andreia Varela







segunda-feira, 4 de junho de 2012

Os exploradores ajudaram os bombeiros

O Clube dos Exploradores conseguiu ajudar duas corporações de bombeiros voluntários - bombeiros voluntários de Loures e os bombeiros voluntários da Ericeira.

As apresentações de dia 2 - Ericeira - e dia 3 - Loures - do livro "Os exploradores e o fogo posto" atraíram leitores que ao adquirirem qualquer exemplar da coleção dos exploradores também contribuíram para esta iniciativa - doar parte do lucro das vendas aos bombeiros.








Lançamento do livro "Patrulha Azul"

No palácio Ribamar, a "Patrulha Azul", sob as ordens do rei Frederico, ordenou que todos os presentes lessem o livro de Eva Barros e Guilherme Gonçalves para comemorarem o dia mundial da criança.

A patrulha segue agora para sul, para Faro. Que ordenará o rei?