quinta-feira, 19 de abril de 2012
mimos feitos a partir do livro "Afonso e Roma às Avessas"
Fantástico!
terça-feira, 17 de abril de 2012
Para os mais pequeninos

Dia: 21 de abril
Horário: 16h00
Local: Setor Infantil
Hora do conto “Carlota, a pulga idiota” dinamizada pela autora Sara Policarpo
Carlota é uma pulga que não sabe estar quieta, faz muitas travessuras e tem mil ideias. Um dia descobre que há um local que a irá ajudar a colocar em ordem as suas ideias – a escola. Vem ouvir esta história contada pela autora do livro.
Duração: 90m
Público-alvo: crianças dos 4 aos 8 anos
Lotação máxima: 10 famílias (máximo 20 participantes)
Marcação prévia: Sílvia Antunes
biblactividades@cma.m-almada.pt
212 724 923
A aventura começa amanhã...
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Vencemos o Benfica!
Um livro a transbordar de mistério, para descobri e ficar inebriado pela história.
de regresso a casa...
quinta-feira, 12 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Workshop Escrita Criativa
Vamos dar início no mês de abril aos WORKSHOP ESCRITA CRIATIVA
Crítica Literária - Os Livros Nossos
Crítica Literária - As Leituras do Corvo
O Teu Relâmpago na Minha Paz (Luís Miguel Raposo)
À Lareira com... Luís Miguel Raposo
A primeira ideia consistiu em expor um indivíduo muito formatado e arrumadinho, dotado de uma visão do mundo em redor dobrada pelos cantos e diminuída face ao todo, à cultura do surf, atirá-lo contra a cultura do surf e vê-lo partir-se em bocados, por assim dizer. Portanto confrontando-o de um modo enxovalhado e conflituoso, contrastando com o seu carácter de estante. Carla surgiu então como a causa para essa exposição. Contudo, à medida que ia escrevendo, assumiu outra dimensão e outro relevo, foi ganhado peso, gravidade, importância e presença que não antevi no início. Chego mesmo por vezes a pensar que «o teu relâmpago na minha paz» é um livro bipolar. Penso-o na medida em que ondula nesta confrontação como uma embarcação num mar nervoso de onde parece não haver retorno seguro. Tem traços comuns aos meus trabalhos anteriores, como a profusão de sentimentos e uma escrita emotiva, mas tem também uma vertente diferente e fresca, muito ritmada, cheia de peripécias, momentos lúdicos, até mesmo absurdos. A história passa-se em Almada, evoluindo entre lugares reais, como, por exemplo, o Covil, o New Cheers, o Acercadanoite. João Pedro, o protagonista, tem uma relação de estante arrumada com Vera, toda a sua vida organizada e um percurso profissional em ascensão. Certo dia conhece Carla e a sua vida começa a desmoronar. Todo o seu tempo é comandado por Carla. Conhece ainda Rita e em todos os seus pensamentos nenhum é capaz de resistir ao apelo de Rita.Dos livros que já publicou, algum deles tem um significado mais especial?
O que considera ser mais gratificante enquanto escritor?
E mais frustrante?
O que a escrita significa na sua vida?
Não devo nada à escrita nem a escrita deve a mim. Escrevo pelo prazer de escrever. Para aplacar os meus medos e dar estrada aos meus risos para que cheguem a lugares onde possam provocar risos e assim terem continuidade. Sim, choro e rio a escrever. Como escrevo maioritariamente em locais públicos, enfim, já deve haver um bom punhado de gente que duvidou da minha sanidade aqui ou ali. Tenho esperança de um dia vir a encarar de um modo mais sério a escrita, não no meu empenho, na abrangência de potenciais leitores. Não sei ainda porém como fazê-lo sem subverter o que hoje me motiva a escrever.
Indique-nos um dos livros que considera dos melhores livros que já leu, um dos seus preferidos.
Bem, só pode ser o «Stonehenge», do Bernard Cornwell. aconselho a toda a gente.
Tem algum escritor como inspiração?
Não, procuro inspiração na realidade mais simples das coisas e das relações humanas. Vou portanto vasculhar no mundo em redor, nas memórias e nos lugares sensoriais dentro de mim a matéria para escrever. Podem até ser histórias de outros, como, por exemplo, o «quando morreres vou amar-te», que nasceu de uma história imaginada pela Maria José Caiola. Escrevo sobre o que me incomoda e o que me fascina, sobre o que observo e do modo como interpreto o todo que me permeia e permanece em mim a exigir-me palavras que o descrevam.
Deixe uma mensagem aos nossos leitores, cada vez mais interessados na leitura e nos autores portugueses.
Há extraordinários autores portugueses e extraordinários livros fora do formato mainstream dos destaques das livrarias. Procurem, abram, corram algumas folhas, digiram algumas linhas, descubram, descubram... e levem-nos para casa. Raro a beleza se encontra imediatamente atrás da porta. só no dicionário a beleza está antes do vestíbulo. Entrem no âmago da literatura e montem aí a tenda das leituras. Deixo o meu email luis.m.raposo@hotmail.com e o meu perfil no facebook https://www.facebook.com/#!/luis.m.raposo caso queiram entrar em contacto comigo.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Ao domingo com... Elisabete Bárbara
Ao domingo com... Elisabete Bárbara
Aos 4 anos já lia e fui uma leitora compulsiva ao longo da infância e da adolescência, seduzida pelas vozes que se faziam ouvir no universo inesgotável do «Era uma vez». Lembro-me de, aos 5 anos, dormir com um manual de Língua Portuguesa, do 3.ºano, debaixo da almofada, oferecido por um vizinho cujos filhos eram um pouco mais velhos do que eu e que, estando mais avançados na escola, já não precisavam dele.
A escrita acompanha este fascínio. Sempre escrevi muito. Cartas, diários, composições, poemas, histórias. Uma amiga falou-me recentemente de um texto que eu escrevi – e do qual tenho apenas uma muito vaga ideia – quando andávamos no 7.º ano. Sim, lembro-me de lhe ter dado um caderno a ler, e das gargalhadas dela, mas já não fazia ideia, se não fosse ela a evocar essa memória, de que nós e alguns dos nossos colegas de turma éramos as personagens principais. Onde andará esse caderninho? Tantas coisas soltas, dispersas.
Escrever faz parte de mim. E gosto mais de escrever do que de ler. Seduz-me o facto de ser conduzida pelas personagens, pela intriga, pelo ambiente, de não conseguir prever o que vai acontecer a seguir. Seduz-me o poder criativo das palavras, gosto de as sentir, experimentar, tirá-las dos lugares habituais e dar-lhes novas configurações e sentidos.
Encontro soberbo
Uma experiência única que espero vir a repetir-se. Não há nada mais gratificante do que ver os mais jovens animados com a literatura e servir de apoio ao crescimento dessa vontade de ler, é simplesmente magnífico!
terça-feira, 3 de abril de 2012
Dia Internacional do livro infantil
segunda-feira, 2 de abril de 2012
E vimos ROMA às avessas
sexta-feira, 30 de março de 2012
Entrevista à autora Célia Loureiro
Espectacular'te
A autora fala-nos um pouco de si, da sua escrita e deste primeiro passo no caminho da literatura
Célia Loureiro, 22 anos, licenciada em Informação Turística, lançou o seu primeiro livro, "Demência", a 26 de Novembro de 2011, no Fórum Romeu Correia, em Almada.
Lembra-se que em pequena gostava de inventar histórias, e assim que aprendeu a escrever estas passaram para o papel, cada vez mais elaboradas. Quando escreve costuma pegar em exemplos reais, inspira-se em sensações, em pequenos detalhes e pormenores do dia-a-dia.
Após muitas tentativas e alguns textos enviados em vão, decidiu tentar a editora Alfarroba, que tem por princípio apostar em novos talentos. Fruto de muito trabalho e insistência, agora já mais amadurecida, consegue publicar o primeiro, dos muitos livros que vai acumulando na gaveta.
"Demência" passa-se numa aldeia beirã e conta-nos a história de duas mulheres, Olímpia e Letícia. Atraiçoada pela memória, Olímpia começa a sofrer os sintomas de Alzheimer e, vê-se obrigada a aceitar a ajuda da nora viúva Letícia que, por sua vez, vive atormentada pela lembrança do crime que cometeu. Perante as calúnias dos aldeões e a demência da sogra, Letícia tenta reerguer-se dos erros que cometeu.
A autora introduz, assim, um debate social e luta interior ao abordar temas como a velhice, solidão, aborto, violência doméstica, arrependimento e desespero.
Célia sabe que é muito difícil ser apenas escritora, mas se pudesse escolher era assim que vivia, numa calma aldeia a observar e a escrever…quinta-feira, 29 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Falou-se de história
O Centro de Artes de Vila nova da Barquinha abriu-nos as portas para o lançamento do livro "Uma Linha de Torres - a história de uma resistência" de Emílio Miranda.
Estiveram presentes o autor, o vereador da cultura de Vila Nova da Barquinha, Dr. Fernando Freire, e a editora da Alfarroba, Andreia Salgueiro.
Ao Domingo com... Ricardo Tomaz Alves
Lembro-me de, no meu 5.º ano de escolaridade, a Professora de Língua Portuguesa mandar como trabalho de casa semanal a escrita de um texto criativo, que seria posteriormente lido para os colegas, e de estes, aquando da minha primeira leitura, terem gostado bastante da história que ouviram. A partir daí, em vez de se disponibilizarem para ler os seus textos sempre que a Professora pedia um voluntário, preferiam escolher-me a mim para ler o que escrevera, para ouvirem. Desde então que percebi que talvez tivesse algum jeito para a escrita e sempre que me perguntavam o que queria ser, respondia “escritor”.
No final do secundário o “bichinho” voltou e, se queria ser escritor como sempre dissera, não podia fazer outra coisa se não escrever. Foi o que fiz, com todo o empenho e dedicação, acabando por iniciar o que seria o meu primeiro livro, um romance fantástico intitulado “Rio Equilibrium”. Foi uma sensação incrível, tanto a de escrever como a de terminar o livro, porém sabia que não podia depender de uma única obra para ser publicado, tendo então de continuar a escrever, mais e melhor, para convencer as editoras. Não pretendo ser um escritor de estilo único, porque que acabaria por oferecer sempre mais do mesmo ao leitor, mas antes do género multifacetado, explorando vários estilos. Por essa razão, depois de “Rio Equilibrium” escrevi uma autobiografia enquanto músico, um romance, um livro de contos e um ensaio.
Perto do final de 2011 a Alfarroba Edições reconheceu valor no livro “A Devota”, que conta uma história passada nos subúrbios e vila de Sintra, em locais secretos que desafiam a imaginação e que retratam a luta interior de uma jovem que terá de ultrapassar as difíceis fases da infância e adolescência enquanto enfrenta a luta interior de acreditar ou não no que lhe é dito e ensinado, enfrentando vários desafios à sua fé e psique.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Entrevista a Luís Miguel Raposo autor de "O teu relâmpago na minha paz" - Blogue Mil Estrelas No Colo
1 - Fala um pouco sobre ti.
Sou natural de Almada e completei em novembro quarenta anos. sou licenciado em gestão de empresas com pós-graduação em marketing internacional. o mar e o surf são paixões já antigas. actualmente, costumo surfar sobretudo na Costa de Caparica, com um grupo fantástico de amigos que receberam muito bem o meu primeiro livro, «marés de inverno», editado em 2009. Dois anos depois, foi publicado o «quando morreres vou amar-te» e agora, pela Alfarroba Edições, «o teu relâmpago na minha paz». Sou fã de todas as formas de metal mais extremo e de música alternativa, mas o cd que mais vezes ouvi é o «koln concert», do Keith Jarrett. sou muito nostálgico em relação à minha terra e sempre que posso revisito os espaços e os amigos que me são mais queridos. Tenho um irmão, alguns anos mais velho, que vejo menos vezes do que gostaria. Gosto de acordar cedo, mas detesto despertadores. gosto de escrever em lugares cheios de pessoas, mas irrita-me ser interrompido. Vi o «excalibur» dezassete vezes e li o «stonehenge» oito.
2 - Quais as tuas influências e qual o teu género literário favorito?
O romance histórico e o enredo policial dominam as minhas preferências literárias. Predominantemente o primeiro. Um rápido olhar para os lugares dos meus livros, alguns parece-me que crescem do chão, permite concluir que cerca de 90% contam-se entre esses dois géneros, com hegemonia, como disse, do romance histórico, sobretudo Bernard Cornwell. da distância entre os livros no meu chão e os meus próprios trabalhos resulta evidente que não vou farejar influências às minhas leituras. A minha maior influência é a realidade mais simples das coisas e das relações humanas. Vou portanto vasculhar no mundo em meu redor e nas memórias a matéria para escrever. escrevo sobre o que me incomoda e o que me fascina.
3 - Quando soubeste que querias ser escritor e como foi o teu início na escrita?
Ainda hoje não sei se quero ser escritor. De certeza absoluta, não me considero escritor. Escritor é quem escreve para viver e vive para escrever e, desgraçadamente, na conjuntura actual, escritor é quem a máquina editorial diz que é. Não me revejo neste enquadramento, é um peso que não quero ainda carregar. Talvez o tempo venha a mudar o cenário economicista da literatura ou venha eu a mudar a minha percepção e possa então por meu turno ver-me como escritor. Sou alguém que escreve livros mas que não deve nada à literatura nem a literatura deve a mim.
4 - Tens uma rotina ou horário de escrita ou deixas simplesmente a imaginação fluir?
Sou muito caótico no meu processo de escrita. É-me difícil impor-me uma disciplina. Escrevo nos mais variados lugares e raramente em casa. Gosto de escrever em ambientes ruidosos e movimentados, lugares improváveis. Em casa sinto o peso da obrigação de produzir e isso desliga-me. Procuro imaginar o ponto central de uma ideia, que pode ser uma frase somente, e evoluir em espiral desde aí. Gosto de escrevinhar à mão num papel até já não caberem mais riscos, mais palavras soltas, mais alterações. e só então pego no computador para ver se consigo naturalmente construir alguma ordem do caos. Escrevo na mesma medida em que os pensamentos me surgem, frequentemente intercalados. certas vezes arrumo-os, forneço-lhes ordem. outras, nem por isso. Deixo-os na forma como surgiram. Alguns leitores apreciariam uma arrumação mais clássica.
5 - Por favor, fala-nos sobre o teu livro. Como surgiu a ideia inicial?
Às vezes penso que «o teu relâmpago na minha paz» é um livro bipolar. Tem traços comuns aos meus trabalhos anteriores, como a profusão de sentimentos e uma escrita emotiva, mas tem também uma vertente diferente e fresca, muito ritmada, cheia de peripécias, momentos lúdicos, até mesmo absurdos. A história passa-se em Almada, evoluindo entre lugares reais. João pedro, o protagonista, tem uma relação de estante arrumada com Vera, toda a sua vida organizada e um percurso profissional em ascensão. Certo dia conhece Carla e a sua estante começa a desmoronar. Todo o seu tempo é comandado por Carla. Conhece ainda Rita e em todos os seus pensamentos nenhum é capaz de resistir ao apelo de Rita.
Inicialmente, a ideia consistia em expor um indivíduo muito formatado e arrumadinho à cultura do surf de um modo enxovalhado e conflituoso. Carla surgiu então como a causa para essa exposição, mas, à medida que ia escrevendo, assumiu outra dimensão e outro relevo.
6 - Quais os teus projectos futuros?
Para já, apenas sei que quero escrever a sequela do «marés de inverno». Aliás, várias vezes comecei e outras tantas parei no mesmo vazio de ideias que me satisfaçam. É algo que vou ter de ultrapassar. Talvez venha a abrir um passatempo a solicitar ideias (risos). Depois disso, é possível que venha a dar um rumo diferente à minha forma de escrever e deslocar-me dos meus temas habituais. Mas, para já, são só possibilidades, nada de definitivo.
7 - Que conselhos darias às pessoas que sonham um dia verem os seus livros publicados?
Escrevam sobre o que está na moda, no formato que é moda. Mastiguem o ego e aceitem a submissão aos interesses comerciais dos grandes grupos editoriais. Ou então escrevam algo genuíno, com qualidade literária e verdadeiramente diferente e aceitem o sacrifício de encontrar uma editora que o leve às estantes das livrarias. Em qualquer dos casos, é possível. Mas é sempre necessário persistência. A internet, e em particular as redes sociais e o fenómeno dos blogues, pode ser uma ajuda importante para divulgar um trabalho desconhecido e chegar à atenção das editoras.
Perguntas rápidas:
Um livro: “Stonehenge”, Bernard Cornwell
Um autor (a): Bernard Cornwell
Um actor ou actriz: Tim Roth
Um filme: Big Wednesday (Os Três Amigos)
Um dia especial: o dia em que a Teresa Loureiro me telefonou a dizer que gostaria de publicar o meu manuscrito, que veio posteriormente a chamar-se «marés de inverno».
Um desejo: recuar no tempo
Relembrar versos
os livrinhos são mais queridos
mais afetivos
mais lingrinhas
se falarem em meninos e meninas
se se enfeudarem nos ninhos e passarinhos
se tratarem o bem e a alma
o espírito
as silabinhas contadinhas
se não ofenderem a moral e bons costumes
com os palavrões do pecado
à esconjura
à morte
e contiverem enfeites pueris
adornos
ali e acolá
como silhuetazinhas imaculadas
das mulheres-anjo
ah! que belas leituras
meneres sa/ raiva "A Acídia do Liame no dia seguinte" 2010
Hoje voltou a mandar‑lhe
uma mensagem. Tenho saudades.
Ela deixou cair uma lágrima. O namorado perguntou‑lhe,
que tens? Respondeu‑lhe,
nada meu amor. Coisas minhas,
Faltas de pontualidade. Atrasos.
O namorado encolheu os ombros. Às vezes não a entendia.
Rosa Maria Ribeiro "Deixa que te Diga" 2010
Quantas vezes morreste, amor,
Quantas já te perdeste,
Nesse teu jeito de olhar,
Gemer, gritar e tremer,
Nas ruas do teu prazer?
Alberto Silva "Labirinto de nós" 2011
As gargalhadas ecoam
Em pensamentos que me atordoam.
Ao fundo,
Vozes.
Dizem que podem saber amar!
Tristes os que sorriem…
Aqueles a quem sufocam os dedos seus irmãos,
Aqueles a quem o fogo gela.
Não sei se ame ou odeie,
Mas nada eu ouso poder saber
Senão a consciência do desconhecer.
E se amar se torna saber,
Então não sei o que dizer,
Não sei se sei
Saber viver.
Maria Clara Boavista "Menina cativa" 2011
É no belo azul do mar
Que navega a caravela
Como vector a apontar
Uma aventura singela
E o céu azul também
Mira a nau colorida
Lá dentro navega alguém
Com rota bem definida
Azul anil por fundo
Cor da visão do espaço
Que se tem deste mundo
E a nave sem embaraço
Navega o azul profundo
Dando ao mar novo abraço!
Paulo César Nunes "A voz da ilha" 2011
quarta-feira, 21 de março de 2012
Pulga à solta em Setúbal!
















