terça-feira, 20 de março de 2012

Clube dos Exploradores - Encontro com os alunos da Escola EB2/3 Luís de Sttau Monteiro, Loures

Na passada quarta-feira, 14 de março, desloquei-me, na companhia de Andreia Varela da Alfarroba Edições, à Escola EB2/3 Luís de Sttau Monteiro, em Loures, para conversar com os alunos sobre a coleção “Clube dos Exploradores”, no âmbito da Semana da Leitura. Mas foi muito mais do que uma conversa… Além de uma explicação minha sobre como surgiu o projeto da coleção e outra da Andreia sobre como se faz um livro, fomos surpreendidas (mesmo muito surpreendidas) com o que os alunos e seus professores tinham preparado: - uma exposição relativa às personagens e ao local da ação (a Ericeira); - a dramatização de alguns capítulos do 1.º livro; - um hino para os “Exploradores” e as músicas cantadas na 5.ª história, com algumas alterações apropriadas e tocadas pelo professor de música (o professor Luís que, por incrível que pareça e para minha grande alegria, foi meu professor há 30 anos!); - poemas sobre o “Clube dos Exploradores” e sobre o local e a amizade que inspiraram o projeto; - apresentação das personagens principais, sem esquecer o Marty e a Gi ; - uma coleção de marcadores para livros com os “Exploradores” ilustrados; - um lindíssimo prato feito pelos alunos no “Clube de Artesanato” da escola. Por toda esta calorosa receção, muito, muito obrigada! Para todos um enorme beijinho e espero que nos possamos voltar a encontrar.

Marina Santos





quinta-feira, 15 de março de 2012

Apresentações do conto "A Tundra"

Conto "A Tundra" de Anabela Borges" do livro "Conto por Conto"

Semana da Leitura

AGRUPAMENTO DE LAGARES




AGRUPAMENTO DR LEONARDO COIMBRA LIXA




AGRUPAMENTO AMADEO DE SOUZA CARDOSO


Conto "A Tundra" do livro "Conto por Conto" no Jornal da Lixa




Novos Livros - Revista de Leitores para Leitores: Pedro Pinto | "Amor carnal"

Entrevista à Revista Novos Livros


1- O que representa, no contexto da sua obra, o livro «Amor Carnal»?
R- "Amor Carnal" é uma sucessão de "Polaroids" sobre os vários tipos de amor - alguns conotados como marginais -; amores, paixões, formas de viver, de sobreviver à falta de amor. Em termos conceptuais é o amor para além do que grande parte de nós fomos formatados; sim, porque o Amor assume várias formas, as quais nem sempre concordantes com o que os outros ficcionam sobre o amor. A pergunta que fica no ar é: até onde é que cada um está disposto a ir, ou a ceder, pelo verdadeiro amor?

2- Qual a ideia que esteve na origem do livro?
R-A ideia subjacente – o projeto – foi e é – agora concretizado – um bilhete só de ida para o vício que pode ser o amor; uma passagem de qualquer parte do mundo para o acesso a outro, mais elevado, sem possibilidade de retorno. Pretende-se – pretendo – que cada leitor tenha um turbilhão de emoções: que fique incomodado, que se reveja, que reveja um conhecido, um amigo, uma amiga, amante ou qualquer outro tipo de parentesco, ou ligação, e pense: amar é algo transcendentalmente global e universal – mas sem barreiras nem limites. Porque é que nos limitamos tanto quando podemos ser felizes?

3-Pensando no futuro: o que está a escrever neste momento?
R-O futuro apresenta-se como o aqui e agora, um já, em que estou a desafiar-me a produzir um conto, um romance, bem como algumas colaborações pontuais nos média. Escrever é respirar: eu respiro todos os dias; ler é saborear o respirar: leio (lemos) todos os dias. O desafio é permitir-nos – permitir-me – “suar-nos” acutilantemente o que nos vai na alma e poder partilhar isso mesmo – e ecoar - com todos os leitores.
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Pedro Pinto
Amor Carnal
Alfarroba, 10€

segunda-feira, 12 de março de 2012

"Al" de Alfarroba, "Al" de Alcochete

Por cá vemos disto...





E o arrebatamento aconteceu

O arrebatamento das ondas em forma de palavras aconteceu este sábado, em Almada, com o lançamento do livro "O teu relâmpago na minha paz" da autoria de Luís Miguel Raposo, apresentado por Célia Correia Loureiro, autora do livro "Demência" e Andreia Varela, editora da Alfarroba.




Abriram a caixa de Hipátia

"Quando entrares no quarto de Hipátia, não faças barulho. Deixa primeiro os flamingos se habituarem à tua presença. Depois, senta-te no canapé de palha bordada à mão e lê o livro, dá-lhe voz."

(Elisabete Bárbara in "A Caixa de Hipátia)

E como ela lhe deu voz!...
Cativou de tal forma os alunos do 8.º ano que pediram para ela não parar de ler...



quarta-feira, 7 de março de 2012

Encontro com alunos

A poucos dias de iniciar mais um ciclo de encontros com alunos, em bibliotecas escolares e municipais, recordo aqui a minha ida à Escola EB1/JI N.º 7 de Odivelas, na Arroja. Foi no dia 6 de abril de 2011 e confesso que fiquei bastante surpreendida com tudo o que aqueles meninos sabiam acerca do “Clube dos Exploradores” e com todo o trabalho realizado, orientado pelas respetivas professoras, sobre a primeira aventura da coleção: desde a criação de uma capa alternativa para o livro, passando por quadras alusivas à história, à conversão de alguns capítulos em banda desenhada. ADOREI! Muitos Parabéns pelos magníficos trabalhos e muito obrigada por tanto empenho e dedicação.

Marina Santos





sexta-feira, 2 de março de 2012

Semana da leitura - Clube dos Exploradores

Mesmo antes do 7.º volume (a ser lançado em abril), a autora da coleção Clube dos Exploradores vai ter vários encontros durante a semana da leitura. Depois contamos as novidades. :-)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A Tundra

Apresentação do conto a Tundra de Anabela Borges - março de 2012

A Tundra
(Cemitério de Memórias)

Uma idosa, lúcida e independente, conduz-nos no tempo, através das suas memórias. A Tundra surge como o “cemitério de memórias” de uma povoação do Norte de Portugal, memórias atestadas de crenças, vícios, amizades e desavenças, numa história atemporal. Como pano de fundo, vai sendo ridicularizada a ameaça de uma perigosa pandemia, que, apesar de pairar como uma constante, nunca chega verdadeiramente a instalar-se.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

E falou-se de amor...

No dia 25 de fevereiro no Café Santa Cruz em Coimbra falou-se de amor, de amantes, de desamor e os presentes adquiriram o bilhete em forma de livro e de palavras para as viagens e histórias de amor.




quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Mil Estrelas No Colo - Entrevista ao autor do livro "Amor carnal" - Pedro Pinto


Mil Estrelas No Colo - Entrevista ao autor do livro "Amor carnal" - Pedro Pinto


O autor Pedro Pinto gentilmente cedeu responder a algumas questões e aqui está o resultado. Espero que gostem, é desta forma que vamos conhecendo os mais recentes escritores da nossa geração.

1- Fala um pouco sobre ti:
Pedro Pinto (eu), é um jovem de 35 anos que finalmente teve a "coragem" de mostrar as divagações, os pensamentos, pujantes; no fundo, o que lhe vai na alma.

Ficção; sim, é ficção, da mais pura, ainda que estas e outras histórias pudessem ter sido vividas por cada um de nós: será que não foram?

Perdido, deambulando, pela cidade de Lisboa, encontra (encontro) imagens, quase que snapshots, de inspiração para a escrita.

Gosto de impactar sensações nas pessoas, gosto de sentir o feedback - até que ponto é que as pessoas (cada um de nós) consegue desafiar-se, consegue sair "outside the box"?

2 - Quais as tuas influências e qual o teu género literário favorito?
As minhas influências são multiplas; posso referia Pedro Chagas Freitas, Francisco Salgueiro, Irvin D. Yalom ou até o Haruki Murakami - são influências "melting pot"

3 - Quando soubeste que querias ser escritor e como foi o teu início na escrita?
Desde adolescente que escrevo, escrevi sempre na penumbra (sem mostrar); inicialmente, no começo é estranho partilhar o que produzimos, com o tempo torna-se real / natural, torna-se como o oxigénio que respiramos - e assim tudo começa, assim tudo teve inicio.

4 - Tens uma rotina ou horário de escrita ou deixas simplesmente a imaginação fluir?
Sendo o escrever uma forma de respirar, fazê-lo não tem horário; escrever pode ocorrer na situação mais caricata possível de imaginar; contudo, à noite as ideias tendem a fervilhar com mais intensidade.

5 - Por favor, fala-nos sobre o teu livro. Como surgiu a ideia inicial?
Quando escuto falar de amor, oiço sempre um formato doce, uma esfera idílica, por vezes - quanto a mim - mais do mesmo; na obra, no livro, abordo outras formas mais "vivas" de amor, outros formatos, sem ter medo de represálias, desprovido de qualquer puritanismo - falo de prazer e todo o sentimento "escondido" nas entrelinhas do mesmo.

6 - Quais os teus projetos futuros?
Ao nível da escrita existe um romance, ainda em fase embrionária; possivelmente bem diferente do "Amor Carnal", talvez mais próximo dos jovens, certamente passível de ser vivenciado ao ser lido.

7 - Que conselhos darias às pessoas que sonham um dia verem os seus livros publicados?
Persistência, sem dó: persistência! - jamais desistir ao primeiro não.

Perguntas rápidas:
Um livro: Mentiras no Divã - Irvin D. Yalom
Um autor (a): Irvin D. Yalom, Salman Rushdie, Haruki Murakami
Um ator ou atriz: Jeremy Irons
Um filme: Lost in Translation - Sofia Coppola
Um dia especial: 10 Fevereiro de 2012 - Lançamento do livro "Amor Carnal"
Um desejo: Continuar a escrever: sempre!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Comemorámos o dia dos namorados mais cedo

Comemorámos o dia dos namorados mais cedo com o lançamento do livro de Pedro Pinto "Amor carnal" no Magnólia Caffé em Lisboa.

Foi intimista.
Foi denso.
Foi direto.
Foi tudo, pois o excesso estava na medida certa!



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Inventa, reinventa e torna a inventar




Vamos falar de Amor sem dizer AMO-TE

Este ano a Alfarroba quis ouvir palavras de amor.

Este ano a Alfarroba quis falar com os amantes, com os namorados e com todos os leitores que gostam de se enrolar em palavras quentes.

Por isso, propomos 2 encontros com várias formas de falar de amor sem dizer amo-te.

Iremos estar no BOTEQUIM, em Lisboa, no dia 14 de fevereiro à noite e em Coimbra no CAFÉ SANTA CRUZ, no dia 25 de fevereiro à tarde.

Venham falar e ouvir falar de amor.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Morrighan: Entrevista a Ricardo Tomaz Alves


Morrighan: Entrevista a Ricardo Tomaz Alves


Sobre mim:

Não sou bom a falar de mim, acredito que uma pessoa possa levar uma vida inteira sem se conhecer totalmente, é um factor que nos dá graça e torna imprevisíveis. De qualquer forma sei que sou calmo, caseiro, cinéfilo, pouco falador, um lutador no que a mim diz respeito. Extremamente sonhador, bem podia ter um quarto nas nuvens só para mim. Adoro tocar e criar música e considero-me criativo por natureza.

Estilo e Ritmo de Escrita:
Não pretendo ser um escritor de estilo único porque que acabaria por oferecer sempre mais do mesmo ao leitor, mas antes do género multifacetado, explorando vários estilos e abordar várias técnicas, evitando a repetição e previsibilidade.

Influências:
Tornei-me um leitor compulsivo com os livros juvenis de suspense e terror “Arrepios” que li e coleccionei durante a minha adolescência, pelo que posso considerar R.L. Stine a minha maior influência enquanto escritor, pela vontade que me deu de escrever e fazer algo do género, sentimento que foi reforçado mais tarde por J. K. Rowling com a magia não só fantasiosa mas literária de “Harry Potter”. Com Dan Brown aprendi a estruturar um livro de forma a manter um bom ritmo de leitura e a torná-lo apelativo e interessante e com José Saramago que nem tudo o que escreveria tinha de ser fantasia ou imaginário, mas que a reflexão faria parte do conteúdo dos meus textos. A certa altura percebi que para me enriquecer tanto como leitor e escritor os contemporâneos não chegavam e teria de explorar os clássicos literários, tendo assim descoberto Dostoievski, que passou a ser o meu escritor de eleição bem como o “seu” existencialismo, que passou a fazer parte da minha escrita e “D. Quixote de la Mancha”, actualmente meu livro preferido. Tudo o que leio acaba, de uma forma ou outra, influenciar a minha escrita, já que me oferece mais maturidade e a possibilidade de poder distinguir o que posso ou não utilizar quando escrevo, separando o que no meu ponto de vista será bom ou mau para a sua qualidade.

Fala-nos um pouco sobre a tua obra:
“A Devota” conta uma história passada nos subúrbios e vila de Sintra, em locais secretos que desafiam a imaginação e que retratam a luta interior de uma jovem que terá de ultrapassar as difíceis fases da infância e adolescência enquanto enfrenta a luta interior de acreditar ou não no que lhe é dito e ensinado, enfrentando vários desafios à sua fé e psique.
Sei que hoje em dia é difícil um autor português conseguir ver a sua obra publicada. Como foi o processo de edição? Não foi complicado, mas moroso. Não foi complicado porque enviar um e-mail com um ficheiro em Word ou PDF de um livro que escrevemos para uma editora não é nada de extraordinário, mas moroso porque tive de esperar algum tempo para receber respostas negativas. Às tantas fartamo-nos de ouvir “nãos”, mas não pode ser algo que nos faça desistir, principalmente quando temos confiança no nosso trabalho e no projecto que estamos a tentar concretizar. Foi aí que recebi o contacto da Alfarroba com quem foi possível acertar agulhas quanto ao que cada parte podia esperar da outra. Chegámos a acordo e até agora tem resultado, muito devido ao profissionalismo e competência e, devo sublinhar, criatividade dos responsáveis.

Projectos Futuros:
Num futuro próximo lançarei com a minha banda Jack & Dante o nosso primeiro álbum, que estamos a gravar nos Estúdios Thape e que sucederá ao E.P. “Por debaixo da Casa Animada”. Gostaria também de publicar um segundo livro ainda em 2012, se assim for possível e se se reunirem as condições para que tal aconteça.